sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Cliquem, leiam, sigam...

"Amizade Colorida" Eu sigo e super indico essa web/fic, bom ela ainda não começou, mas tá com cara que vai ser ótima, é de uma pessoa muito especial pra mim, então... cliquem, leiam, sigam...

domingo, 29 de abril de 2012

Capitulo 35 - Fim!

 - Vanessa, Vanessa.
 - Han? - disse ainda com os olhos fechados
 - Minha filha você dormiu a manha toda, já são meio dia. Tem que levantar para arrumar as postas par...
 - Funeral?
 - Que funeral menina, ficou doida?
 - Não. Mas... mas.. mas..
 - Vanessa, você se drogou?
 - Não. Cade o Zac? Mãe não minta pra mim.
 - Ele esta lá em baixo. - respondeu - Vanessa tem certeza que não se drogou.

Vanessa levantou correndo, desceu as escadas. Logo que chegou ao primeiro andar procurou por Zac. Para sua surpresa ele estava na cozinha, dando almoço para os filhos.

 - Zac?
 - O que foi meu amor? - disse se levantando e indo ate ela.

Ela olhou nos fundos dos olhos dele, colocou a mão em seu rosto e disse:

 - Você esta vivo!
 - Estou
 - Você esta vivo! - repetiu - logo ela tirou as mãos do rosto dele e agarrou seu pescoço, e ele a abraçou. - Não me deixe, nunca. Não suportaria viver sem você. Eu te amo. Por favor.
 - Vanessa, meu amor. Eu nunca vou te deixar, eu te amo. Vamos ficar juntos para sempre. Neste ou em outro mudo.
 - Eu te amo! - repetiu.

Logo tudo estava esclarecido. Vanessa percebeu que tudo não passou que um terrível sonho, um sonho que de fato será difícil de esquecer. Mas iria esquece-lo aos poucos. O resto daquele dia foi uma paz e tranquilidade. Vanessa e Zac brincavam com os filhos .
Alex foi encontrado morto em uma fazenda, próximo a casa de Vanessa. Os policiais encontraram seu corpo atravez de uma denuncia anonima, junto a ele estava duas cartas uma que deveria ser entregue a Vanessa e outra onde ele dizia todos os crimes cometidos por Hanne
Hanne após saber da morte de Alex fugiu para o Japão, mudou seu nome e pintou o cabelo. E recomeçou uma nova vida esquecendo todo o passando, menos seu amor paranóico.

Zac e Vanessa se mudaram para o Canada, Vanessa abriu uma loja de roupas, Zac fundou na cidade uma nova empresa da família. Eles estavam ótimos, atualmente Gabriella e David tem dois anos e meio, são a alegria da vida deles.

FIM :D

quarta-feira, 21 de março de 2012

Capitulo 34

As horas passavam rápido, mais rápido do que o normal. Vanessa estava sentada na sala de espera do hospital esperando alguma noticia de Zac. Os meninos - Gabriella e David - estavam bem, felizmente, assustados, mas bem. Os pais de Vanessa assim que souberam do acontecido foram ajudar Vanessa, os pais dela ficaram com os meninos na cada de Zac e Vanessa. Em quanto Vanessa e os pais de Zac esperavam noticias.
Vanessa andava de um lado para o outro, não parava de pensar o pior. Por mais que obrigasse sua mente a pensar em coisas boas, ela se recusava e insistia em ter pensamentos negativos. A cada medico ou enfermeira que passava por eles, a atenção de Vanessa ia direto para eles, mas percebia que nenhum deles era o que atendia Zac.

 - Senhorita Hudgens? - disse uma enfermeira.
 - Sou eu! - disse levantando da cadeira, limpando as lagrimas com a beirada do moletom. - Como ele esta? Ele esta bem? Posso vê-lo? ANDE, NÃO ME ESCONDA NADA. - Gritou.
 - Acompanhe-me. Os senhores também - disse aos pais de Zac.

Vanessa mordia a barra da manga do moletom de nervoso para não roer as unhas. Assim que entrou na sala do medico cedeu os lugares para Starla e David

 - Então doutor. - disse Starlla tentando permanecer-se calma
 - Vá direto ao ponto, não estou aguentando mais. - disse Vanessa suplicando.
 - Pois bem, como sabe temos uma equipe de ótimo...
 - Direto ao ponto por favor - disse Vanessa entre os dentes.
 - Então tá. Eu sinto muito, fizemos o possível e o impossível para salva-lo, mas não foi possível. - Ele olhou para Vanessa que parecia não acreditar - Eu realmente sinto muito.
 - Seu, seu... - Vanessa procurou a palavra certa e então disse. - imprestável. - Vanessa respirou fundo, ou partiria para cima do medico.
 - Eu sei que é difícil, mas...
 - "Mas" - imitou o medico - sinto muito, mas o seu "mas" não vai trazer o meu marido de volta, o seu "mas" não vai mudar os fatos. O SEU "MAS" NÃO VAI FAZER DIFERENÇA ALGUMA.
 - Vanessa - disse Starla.
 - O que foi? - disse respirando fundo.
 - Por favor calma.
 - Não, meu Deus. Como.. Ah, quer saber, preciso sair daqui.

Vanessa passou por todos nos corredores do hospital sem dar a minima atenção a ninguém, pegou sua bolsa, e saiu do hospital. Fechou os olhos, sentiu a brisa fria da noite, respirou fundo... e disse a si mesma:

 - O que sera daqui pra frente? O que sera de Gabriella e David? Meu Deus... - as lagrimas insistiam em cair. Não conseguia ver sua vida daqui para frente, não tinha noção de por onde começar, não sabia para onde ir, como fazer e o que fazer.

Estava sem rumo, sem vida e principalmente sem ele. O resto da noite foi longa. Encarar os fatos foi mais difícil do que Vanessa pode imaginar. Assim que voltou para o hospital preferiu não ver o corpo de Zac. Para ela seria mais doloroso assim. Seria melhor, ou talvez não...?
Ficou um pouco mais no hospital para assinar o atestado de óbito. "Isso não pode ser real, ok Vanessa, você usou drogas?" - perguntou a si mesma "Não, isso é um sonho, tenho certeza. Meu Deus, Zachary porque você e não eu?" Algumas lagrimas a mais caíram de seu rosto e pousaram no papel.
(...)
A parte mais difícil de todas, seria o enterro e felar do falecimento para os amigos e parentes. Vanessa chegou em casa destruída, quando chegou os filhos já estavam dormindo. Já estavam mais calmos e menos assustados.

 - Minha filha - disse Gina abraçando a filha.
 - Acabou mãe, a minha vida acabou.

Vanessa subiu para o quarto, sem falar mais nada. Estava de luto. Porem antes de ir para o quarto foi para o quarto dos filhos, eles dormiam tão tranquilos no berço. Tão lindos.

 - A mamãe promete nunca abandonar vocês, eu amo vocês. - Acariciou o rosto de David. - E o papai também - olhou Gabriella. - Nada, nada, nem ninguém vai nos separar.

Vanessa, ficou no quarto mais um pouco, tinha doces lembranças de Zac. Assim que chegou ao seu quarto, colocou os sapatos em um canto, deitou na cama, e abraçou uma camisa de Zachary que estava em cima da cama.

 - Eu sinto sua falta Zac. - ao meio de lagrimas ela adormeceu...
(...) Na manha seguinte

 - Vanessa, Vanessa...

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Capitulo 33

Vanessa desejava naquele momento que o taxista fosse um pouco mais rápido, tinha que chegar na casa antes de Alex, tinha que salvar os filhos, tinha que parar de pensar o pior.

 - O senhor poderia ir mais rápido? - disse nervosa ao taxista. - E caso de vida ou morte.

O taxista não respondeu, olhou pelo retrovisor e olhou para Vanessa, percebeu o medo em seu olhar. Vanessa ainda estava com o telefone em mãos, era a terceira vez que ligava para Zachary, e nada dele atender, na quarta e ultima tentativa...

 - Alo? - disse Zac sonolento. 
 - ZAC. - gritou ao ouvir a voz dele.
 - Vanessa? Onde você esta? O que aconteceu? Vanessa me responde. - disse rápido. 
 - Me escuta, é difícil explicar agora, mas vá para esse endereço (ela passou o endereço). A policia provavelmente estará la.

Vanessa explicou o básico para Zac, ele assim que desligou, colocou uma camisa, pegou a chave do carro e foi ao local indicado por Vanessa. A distancia de sua casa ate lá era sete minutos, sem transito. Mas para a sorte de ambos o transito estava péssimo. Zac bateu a mão no volante assim que parou no engarrafamento, justo agora? Vanessa no taxi teve a mesma reação, tirou o dinheiro a bolsa, jogou no banco, e agradeceu o taxista, tirou os sapatos, segurou a beirada do vestido, e saiu correndo.

 - Droga de transito, anda, anda, anda - disse Zac apertando descontroladamente a buzina - Quer saber. - ele tirou a chave e saiu do carro.

Olhou ao seu redor, via uma fila gigante de carros em sua frente, não tinha outra escolha. Era aquilo ou aquilo. Então fez o mesmo que Vanessa, correu em direção a casa, onde um passo em falso pode acabar com o destino dessa historia. A policia ainda não havia chegado na casa, para tristeza de todos, Alex chegou antes que eles, antes que Vanessa ou Zac.

 - Onde esta Vanessa? - gritou
 - Não sei senhor - respondeu uma das babás com Gabriella no colo.
 - As duas, sentas com essas pestes aqui.

As mulheres obedeceram, ele estava fora de si. Nervoso, furioso, o ódio fervia em seu sangue. Ele foi ate um pequeno armário na sala de jantar, de lá tirou uma arma e disse aproximando-se delas.

 - Quem vai primeiro, Gabriella ou David?

As babás abraçaram os meninos contra o corpo, teria de protege-los. Aquilo era injusto, eram apenas crianças indefesas, não tinham culpa de nada que estava acontecendo. Alex estava prestes a aperta o gatinho, quando ouviu a porta se abrindo.

 - NÃO. - gritou Vanessa saltando os sapatos.
 - Agora quer que eu tenha piedade.
 - Alex não, eles não, eu. Por favor. - chorava desesperada.
 - Eu a avisei querida Vanessa, não avisei? - disse se aproximando dela ainda com a arma nas mãos.
 - Eu sei, me desculpe, mas lhe imploro, não faça nada com eles.
 - Tarde de mais. - disse virando-se para os meninos novamente.

Zac chegou na casa, viu um carro estacionado na entrada, a policia vinha logo atrás. Ele entrou na casa, viu Vanessa desesperada, Alex apontando uma arma para os filhos, sem pensar duas vezes pegou sua arma e atirou em Alex. Alex, cambaleou, virou-se para Zac e Vanessa e atirou. Ao ouvir o primeiro tiro, a policia entrou na casa, logo depois Zac foi baleado, Vanessa caiu ao lado do corpo de Zac, que estava perdendo muito sangue.
Gabriella e David estavam assustados, choravam com medo. A policia ligou para a emergencia. Alex, ainda consiente, com a arma na mão, colocou-a na sua cabeça e atirou.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Desculpas

Bom, queria pedir desculpas por nao ter postado nos ultimos dias, vou tentar começar a escrever hoje, e postar amanha... Se nao der certo, so sexta (porque, terça, quarta e quinta tenho aula ate as seis horas, chego em casa exausta, tenho que estudar, e fazer o dever pro outro dia) espero que entendam.
Obrigada des de já!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Capitulo 32

Ao chegar ao Toillet, Vanessa colocou as mãos sobre a pia e desabou a chorar. Já perdera as contas de quantas vezes chorará pelo que Alex estava fazendo. Era torturante. A tristeza de pensar o quanto Zac estaria sofrendo inundava sua mente e seu coração, não pensava em nada mais, apenas nele e nos filhos. Os minutos foram passando, as lagrimas começaram a cessar. Uma mulher alta, morena de olhos claros entrou no banheiro. Logo de cara percebeu a tristeza de Vanessa, parou ao lado dela. Olhou o reflexo de Vanessa no espelho e disse:

 - Esta tudo bem?
 - Sim. - levantou os olhos e olhou nos olhos da moça. Eram belos de verdade. Por poucos momento teve a impreção de já te-los visto antes. - Esta tudo bem sim, só estou um pouco tonta.
 - Desculpe, mas estava chorando?

Logo as lagrimas começaram a cair novamente.

 - Desculpa, desculpa, não era essa minha intenção. - disse colocando a mão no ombro de Vanessa
 - Tudo bem, as coisas ultimamente andam fora do controle pra mim. - enxugou as lagrimas que pode. - Me chamo Vanessa.
 - Claire.
 - Sabe Claire, já foi obrigada a ficar com alguem que simplismente detestava? - disse encostando na pia.
 - Sim, meu ex ficava me ameaçando.
 - É exatamente o que esta acontecendo comigo. - fez uma longa pausa. - Meu ex-namorado esta usando a vida dos meus filhos para que eu seja dele. Tenho medo, de que se não o fizer, ele faça algo contra Gabriella e David.
 - Vai ficar tudo bem. Aposto que ele não seria capas.
 - Seria. - disse Vanessa tensa. Vanessa pensou por um estante e disse em seguida. - Eu preciso que você me ajude.
 - O que eu poderia fazer?
 - Você tem algum esqueiro? Alguma coisa que faça fogo?

Claire olhou surpresa, jamais imaginaria o que Vanessa iria fazer. Olhou para Vanessa e disse.

 - Tenho.

Da pequena bolsa prata, tirou um esqueiro, cigarros e algumas maquiagens. Vanessa sorriu e logo pegou o esqueiro.

 - Feche a porta por favor.

Vanessa tirou o salto alto, subiu em cima da privada. E acendeu o esqueiro bem próximo ao dispositivo contra incêndio. Em poucos minutos o mesmo dispositivo apitou, despejando agua por todo o restaurante.

 - Bingo. - sorriu - Logo logo o restaurante estará vazio... E isso quer dizer, Alex não estará aqui dentro.
 - Mas como iremos sair?
 - Preciso do seu vestido.
 - O que? - disse surpresa.
 - Sim, vamos trocar de vestido, o seu é vermelho e o meu é preto [...] - Vanessa explicou o plano tim tim por tim tim. Claire concordou, logo Vanessa e Claire estavam espionando por uma fresta da porta. - Obrigada. - disse Vanessa correndo para os fundos do restaurante.

Vanessa ao estar do lado de fora do restaurante, pegou o celular ligou para a policia, fez uma denuncia contra Alex, disse o endereço da casa. A viatura estaria la logo logo, junto com Alex quando perceber que os vestidos foram trocados.

 - Vanessa - girou Alex meio a multidão em frente ao restaurante. - Estava preocupado - disse segurando ao braço de Claire.
 - Obrigada pela preocupação. - disse Claire sorrindo.
 - O que? Cade a Vanessa? Onde esta minha noiva?
 - Sua noiva? Pelo que estou sabendo ex seria o termo apropriado. - debochou.
 - Sua... - Antes que Alex pudesse terminar o acompanhante de Claire se aproximou.
 - Claire estava te procurando.
 - Eu também. Mas esse louco não quer me soltar.
 - Poderia soltar minha mulher?
 - Claro me desculpe.

Logo Alex perceberia a falta de Vanessa, e iria para casa, e lá teria a linda surpresa de policiais. Vanessa tratou logo de pegar um taxi e ir para a casa de Alex, antes ligaria para Zac. No caminho explicaria tudo, será que ele a antederia, ou iria almenos escuta-la?

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Capitulo 31

Logo que Vanessa acalmou Gabriella, colocou a menina no berço novamente, deitou na cama com um imenso nó na garganta, a vontade de chorar, de sair dali, de sumir do mapa, era imensa. Aquilo parecia um longo e terrível pesadelo, o qual jamais iria despertar-se. Algumas batidas na porta fizeram com que Vanessa, se levantasse em um pulo, enxugasse as lagrimas e dissesse:

 - Quem é?
 - Vanessa sou eu. - disse Alex, vanessa revirou os olhos debochando - Daqui a meia horas vamos jantar, esteja pronta - disse ainda fora do quarto.
 - Sinto muito, não vou. - disse curta e clara
 - Ei, ei, você não entendeu. Eu não perguntei se queria ir, eu disse o horário, daqui a meia hora quero vê-la em um dos belos vestidos do closet, ou as coisas saíram um pouquinho fora do curso.
 - Esta bem - suspirou, não vendo outra alternativa, entrou para o banheiro.

Nos quinze minutos seguintes, Vanessa deixou que a agua quente do chuveiro caísse por seu corpo, misturando-se com sua magoas, medos e lagrimas. Nos poucos minutos seguintes, escolheu um vestido longo, preto. Ele (o vestido) era maravilhoso, como se fosse feito sob medida para Vanessa. Um belo decote em "V", bem marcado na cintura, esplendido.

 - Que bela - disse Alex assim que viu Vanessa descendo as longas escadarias da casa.
 - Não queria ir nesse jantar. - bufou. - Onde vamos.
 - Surpresa querida. - disse ao lado dela, colocou a mão em volta de sua cintura e disse em seu ouvido. - Garanto-lhe que essa noite será maravilhosa.
 - E meus filhos? - mudou de assunto de repente.
 - Já esta tudo certo, as babas ficaram com eles ate voltamos, e quem sabe elas não passam a noite toda com eles. - sorriu malicioso, ele procurou os olhos de Vanessa, que miravam o chão. Furioso disse. - Nesse jantar quero que pareça apaixonada, o restaurante onde iremos é muito bem frequentado, isto é, muitos de conhecidos meus possivelmente estão la, então quero que trade de tirar essa cara emburrada, e sorria. - abriu a porta da casa. - Ah e mais uma coisa, olhar de apaixonada.

Mais uma vez Vanessa revirou os olhos, em seu pensamento xingava Alex das maiores barbaridades, se ele tivesse poder de ler a mente, Vanessa estava ferrada. O restaurante escolhido, era muito conhecido, porem também tradicional, fazia parte da cultura Espanhol. Assim que chegaram, o manobrista abriu as portas do carro para Vanessa e Alex.

 - Lembre-se, sorria apaixonada - disse no ouvido de Vanessa.
 - Certamente. - disse com cara de poucos amigos.

Alex colocou a mão em volta da cintura de Vanessa e agiu restaurante à dentro. O lugar estava cheio, algumas mesas reservadas ainda vazias. Belos homens com ternos luxuosos passavam pelo local, e mulheres  com vestidos belíssimos.
Vanessa se sentiu um pouco deslocada, não gostava de restaurantes luxuosos com esse, preferia um belo jantar a luz de velas, e um bom vinho.

 - Por aqui. - disse o recepcionista os guiando ate a mesa.

A mesa escolhida era um pouco reservada, fora do alcance das janelas e da entrada. Alex puxou a cadeira para que Vanessa pudesse sentar.

 - Fiz uma otima escolha não? - Alex
 - Em relação a que?
 - A tudo, ao restaurante, a vida, e principalmente a você.
 - Considera uma boa escolha estragar minha vida e a de meus filhos. - disse sorrindo.
 - Apenas o fato de estar longe daquele lá, já me faz feliz o suficiente.
 - Caso saiba, quem ama quer o bem do outro. Diferente de você creio, que tem uma obsessão interminavel.
 - Eu não considero obsessão, mas sim amor. O mais puro e doce amor.
 - Não não, - Vanessa discordou. - Amor puro e doce? - gargalhou. - Amor era o que eu e Zac tínhamos, ele me respeitava,  me amava, me compreendia, diferente de você, que esta me ameaçando para conseguir algo que nunca foi seu.
 - Claro. - fingiu rir. - Zachary nunca de mereceu de verdade...
 - Claro, ao contrario de você. Que sempre me teve de corpo e alma. - interrompeu-o, irônica. - Eu te desprezo, eu te odeio, por mim você poderia morrer, sabe ate iria em seu velório, e sabe o que mais, cuspiria em seu tumulo. - deu um meio sorriso. - Vou ao Toillet.

Quando ela se levantava, ele segurou sua mão e disse.

 - Se tentar alguma grassinha já sabe.
 - Perfeitamente.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Decepção

E triste saber que so seis pessoas gostaram do capitulo. Ok, tenho de admitir ele estava pequeno, mas se 44 pessoas leram, o que custava gastar mais dois minutinhos da sua vida dizendo o que acho, pode ser ate uma critica, não importa. Sei que não são obrigados a ler e comentar, e nem eu a postar, posto porque gosto, então dessa forma vocês leem porque gostam, então o que custa comentar?
Poxa, desanima. Já não estou muito bem, e isso so abaixa mais meu animo, quando vejo que na unica coisa que eu realmente sei fazer estou sendo um fracasso. Enfim... Não sei se isso vai ajudar, mas talvez ate o fim do dia eu posto outro capitulo, se não so terça.
Obrigada pela atenção


quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Capitulo 30

A paciência de Zac estava se esgotando, Hanne ali falando aquele bando de baboseiras estava o tirando do serio. Zac aproximou-se de Hanne, segurou-a pelo braço e levou-a porta a fora.


 - Zachay, você ainda vai se arrepender. Não percebe que eu sou a mulher per(feita) pra você.
 - Que otimo. - disse irônico
 - Esquece ela. - disse acariciando o rosto de Zac.
 - Hanne, faz um favor?
 - O que quiser bebe - disse aproximando o rosto do de Zachary.
 - Morre. 


Logo em seguida fechou a porta na cara de Hanne. 


 - Você ainda vai me amar Zachary - gritou Hanne fora da casa.
 - Sonha, sonha. 


Zac deitou no sofá, pensou em dormir um pouco, mas seus pensamentos não deixavam, Vanessa e as crianças não saiam de seus pensamentos. Sabia que Alex tinha levado-a a força, não era possível ela ter ido por vontade Propriá. Precisava saber onde Vanessa estava. 
Como estava tarde Zac preferiu deixar para ir a delegacia prestar queixa no dia seguinte, já que por estar tarde eles provavelmente iriam dizer que seria melhor começar as buscas no dia seguinte. Apos rolar de um lado para o outro conseguiu dormir, mas o sono não durou muito. 
Vanessa estava acordada, Gabriella e David já dormiam no berço ao lado da cama de casal onde estava. Ela olhava para o teto, pensava no que estava por vir, no medo que sentia ao estar longe de quem realmente amava. O que Zac deveria esta achando? Que ela não o amava mais? Vanessa estava confusa, com medo, assustada. Tantas coisas acontecendo em tão pouco tempo. Tantos medos. 
Gabriela logo despertou Vanessa de seus pensamentos, a menina começou a chorar. Vanessa ao perceber levantou rápido e pegou a menina.


 - O que foi princesa? - acariciou o rostinho da menina. - Vai ficar tudo bem. A mamãe promete que nada vai acontecer, nem a você e nem ao David. Vou proteger vocês ate os últimos suspiro.